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Esperança dos Santos

Esperança dos Santos
A certeza de havermos recebido a misericórdia de Deus, como eleitos por Sua graça, sendo chamados de modo eficaz para sermos justificados por fé, recebendo a oportunidade e o privilégio de uma vida santa, nos leva a experimentar uma esperança que só é possível àquele que foi alcançado por Jesus.
(Salmos 71:5-8 e 146:5; Efésios 1:17-18).

 
Esta esperança é um dos elementos que compõem a base da nossa experiência com Cristo, juntamente com a fé e o amor. E ela irá se refletir em alguns aspectos bem específicos de nossa vida. Um deles é a “perseverança”, que é a certeza de que a nossa permanência em cristo depende, antes de tudo, de uma palavra empenhada pelo próprio Deus. A convicção de que, ainda que vivamos momentos de grande dificuldade ou instabilidade, a graça do Senhor nos preservará Nele. Entendendo que, de modo algum, isto servirá para diminuir a responsabilidade de sermos santos, ou, que explicará a situação de pecado na vida de quem quer que seja. Serve, sim, para nos motivar a uma viva esperança no Senhor, na certeza de que Sua obra é algo irreversível na vida dos seus e que Ele mesmo se encarrega de fazê-la cumprir-se.
(I Coríntios 13:13; I Tessalonicenses 5:8; Romanos 15:13; João 10:25-29, 17:11-15; Romanos 5:20 e 6:2).
 
Outro aspecto de nossa vida, alcançado por esta esperança é o da alegria na certeza da ressurreição. Um consolo que existe no coração do homem, quando ele é obrigado a deparar-se com o terror da sombra da morte.
 
Crer em um Cristo ressurreto nos leva a crer na ressurreição como bênção que alcança a todos os filhos de Deus. É tanto assim que todo o poder de opressão que a morte possui sobre a vida do incrédulo é quebrado na vida do que crê, e este passa a saber que ela não mais o aprisionará, mas que ele já tem uma vida eterna garantida com Jesus. A morte passa a ser então, apenas um vale que deverá ser transposto, mas que foi vencido.
(I Coríntios 15:12-22; I Tessalonicenses 4:13-18; I Coríntios 15: 54-57; Romanos 6: 5-9).
 
Por fim, há o aspecto da certeza quanto à aplicação da sentença de Deus no dia do juízo final. Uma sentença que implicará em gozo ou sofrimento eterno. A esperança dos santos compreende numa tal convicção de que a provação dos santos em Jesus, já é uma realidade, que nos permite experimentar desde já os fluxos da justiça de Deus e do Seu Reino. O momento do juízo final será a hora em que Deus pedirá contas aos homens a respeito de todas as coisas, sendo que os filhos de Deus estarão seguros na esperança de que seus nomes já estão escritos no livro da vida (Mateus 25:31-34; Marcos 16:15-16; João 3:18; Romanos 10:8-11; Filipenses 4:3; Efésios 1:3 e 2:6; Lucas 21:31, 12:32).
 
Reflexão
Sobre os resultados práticos da esperança
(Romanos 4:16-22, 5:1-5, 8: 24-25, 12:12; I Coríntios 9:10; Colossenses 1:4-5,27; I João 3:1-3; Isaías 40: 30-31).
 
Relacione o texto de Mateus 14:26-33 com o que acabamos de estudar Hebreus 12:1-3.
 
A esperança que é dinâmica
(Mateus 24:6-14; Efésios 5:14-17; II Pedro 3:11-14).